Carlos, o telúrico
23 23UTC abril 23UTC 2010
Eis um homem em sua arte sobre viver. Dois sapatos vagabundos lhe sustentam pernas e pensamentos… claro, elegância natural. A coluna sempre contorcida sobre o peito tenta confortar o âmago depois de tantas andanças aprendendo à resistir ao lugar-comum. Sua face, tanto quanto pude olhar com atenção, me parecia sempre um vasto campo verde cujos olhos corriam na frente como dois cães alegres. Homem subterrâneo, contínuo e dirigido… (como me falou quando questionado sobre obrigações). Como bem-material nunca admitiu mais que um saco velho e sincero onde dentro punha à descansar um bom livro, uma cachaça forte e limões. Hoje, quase posso garantir que percorre as montanhas andinas, as indomáveis estradas americanas ou está de felícito retorno às suaves e saudosas ilhas de creta. Também agradecido, professor!
in memoriam de Professor Carlos, 1 ano de boas lembranças.
e ele conheceu garcía márquez…
vivas!
(:
mais uma dose
é claro que eu tou a fim
a noite nunca tem fim
pq que a gente é assim?
é, conheceu gabo, badeco, druma, sei lá, tantas verdades em palavras, fotográfo?, tem mais coisa, tem mais coisas.
mencionou uma vez o nome T.Bone Walk
tinha um livro tb, que ele falava…
O Castelo
Aché, bahia, salvador.
hehehehehe
e moderação é meu ovo!!!!!!!!!
Fim.
hÁÁ!
que bonito, as saudades serem assim, doces. Que vontade, de tê-las assim também algum dia…
ouvi dizer já, dessa grandeza de pessoa. Subterrâneo, contínuo e dirigido. só me lembro de guardar isso, e pensar, “ah, como alguns amores”.
Especialmente como desses que atravessam até a vida.
_http://www.youtube.com/watch#!v=B0q_EEugHw8&feature=PlayList&p=0DB9CB085C0B6835&playnext_from=PL&index=15&playnext=2
carlos achava que era possível amar sem palavras. hoje, ele tem a certeza.