Um marujo e seu barco!
3 03UTC junho 03UTC 2010
As paredes, quatro. Uma masmorra úmida e escura o havia inteirado consigo. E aos abutres e pardais que pousavam na janela, confiava-lhes em segredo: navego para onde meus pés pisam, porque ninguém pode deter o que não tem fim. Não posso ser levado, trazido, morto… Daqui estabeleço novas pátrias, estou sempre a mercê das intermináveis sensações.
http://www.youtube.com/watch?v=g3bjD5Gc1iw&feature=player_embedded
como há prisões sem muros, há os tantos muros que não aprisionam o que é livre, e assim o é. E até os que libertam quem está no porvir.