O Mundo de Dentro.
16 16UTC junho 16UTC 2010
Um marujo velho deixou seu rastro na água quando à bordo do mar. Foram muitas as revoluções e nenhuma a convalescência: adoeceu de liberdade. Sem cura nem respostas, se tratou com ervas-daninhas, amores danosos… viveu de procurar feitiços. E de guardá-los saudáveis, fora da escotilha, junto dos firmamentos.
FIM.
visionário sem olho
que espécie de liberdade foi essa?
Anônimo não. soy yo.
sobre todos nós!
deixou rastros, ah, deixou.
até os fins os deixam. como bons novos prefácios que sempre são.
boas caminhadas, marujo,
Sinto falta. Volta.
01 ano depois. .)